Vamos falar de custódia?

O que é custódia?

A custódia é um processo que representa a guarda de ativos, no qual ações, títulos e outros bens são mantidos e atualizados por terceiros, em nome do seu proprietário.

As instituições depositárias são responsáveis pela custódia e atuam como um “depósito” de ativos. É um serviço essencial para o funcionamento do mercado financeiro, pois mantém a confiança e a segurança de seus agentes em todas as operações econômicas.

E quais são os agentes participantes na custódia?

Para compreender como a custódia realmente funciona, primeiro é preciso que você entenda e identifique a ação de três figuras nesse processo: a instituição depositária, o agente custodiante e o operador.

Instituição depositária

Também chamada de instituição custodiante ou central depositária, a instituição depositária é aquela que se dedica exclusivamente ao registro, guarda e liquidação dos ativos, dentro do processo de custódia.

No caso do mercado tradicional, ele tem que ser obrigatoriamente registrada e supervisionada pelos Bancos Centrais.

Mas, de fato, qualquer empresa que realize tutela de bens pode ser considerada uma instituição depositária. É o caso, por exemplo, dos bancos e cooperativas de crédito, que guardam o dinheiro e demais objetos de valor dos seus clientes.

Agente custodiante

Então, como falei anteriormente, as instituições depositárias atuam como uma espécie de depósito, certo? E realmente, o seu maior foco é a gestão do ativo custodiado.

Por isso, o próprio relacionamento instituição-investidor é intermediado por uma segunda empresa, chamada de agente custodiante.

Pode ser que você nunca tenha ouvido falar esse termo antes, mas garanto que, se você já investe, o seu contato com esse tipo de empresa é mais comum do que você imagina. E nesse caso, sim, estou falando das corretoras!

Como agente custodiante, ela tem autorização para atuar em nome de seus clientes junto à instituição depositária, realizando desde ordens de compra e venda à depósitos e retiradas.

Operador

Como terceiro agente, não podemos esquecer do investidor! É ele quem envia as ordens às corretoras, indicando como gostaria de movimentar os seus ativos na instituição depositária.

O operador paga, ainda, pelos serviços de custódia. Afinal, todo esse aparato de segurança e administração não sai de graça!

Como a custódia funciona, na prática?

Com certeza você já assistiu a um filme em que um assalto a banco era planejado, certo? Em geral, o cofre do banco é o local que os ladrões mais visam e, quando aberto, revela joias, títulos, pedras preciosas e outros objetos valiosos.

Só que esses itens não pertencem ao banco! São propriedade de outras pessoas, que confiaram nele para protegê-los. Ou seja, eles estavam sob a custódia do banco.

Embora um assalto às instituições custodiantes de ações e títulos nunca tenha sido alvo de nenhum filme, a sua função é muito semelhante, como sabemos.

No caso de ações e títulos, as instituições depositárias atuam de forma ativa principalmente nas transações.

Quando uma ação ou título é negociada na Bolsa de Valores e uma ordem de compra ou venda é enviada pelo investidor, para ser retransmitida pela corretora em seguida, a instituição realiza algumas medidas para concretizar o pedido. Que são: o cruzamento das informações de cadastro do comprador e do vendedor, a demarcação do ativo a ser liquidado e a subsequente liquidação.

Então, agora já deu para você ter uma ideia, mesmo que mais simples, do que é uma custódia no mundo financeiro.

E o que é a custodia de criptoativos?

A custódia de criptoativos segue o mesmo princípio, porém, até muito pouco tempo atrás, essa custódia era feita apenas por plataformas digitais que não precisam de registro e não eram supervisionadas pelos Bancos Centrais. Isso, por falta de regulamentação desse setor.

A guarda de criptomoedas sempre se deu de duas formas: via carteiras online ou off-line. Porém, ambas as opções têm seus problemas.

Nas carteiras online, você corre o risco de sofrer ataques de hackers e ter suas criptos roubadas. Isso já aconteceu várias vezes. É claro que cada vez mais as corretoras ou agentes de carteiras online investem mais em segurança e tecnologia, mas isso também vale para aqueles que querem roubar suas critpos.

A guarda off-line é mais segura, pois como o próprio nome diz, elas não estão no ambiente da internet. Porém, você corre o risco de esquecer a senha (e acreditem, isso é mais comum do que sonha nossa vã filosofia, impressionante como as pessoas esquecem senha…, mas vamos lá).

Ou, você pode perder o pendrive, onde guardou suas criptos, ou o hd externo, ou até mesmo o computador…enfim, você não está 100% seguro em nenhuma dessas duas alternativas.

E como o mundo da chamada criptoeconomia vem crescendo a passos largos, os bancos identificaram nesse ponto, uma grande oportunidade de trazer as criptos para dentro do seu ambiente. E como?

Oferecendo às pessoas a possibilidade de depositar suas criptos, como qualquer outro ativo, em seu sistema de custódio. Ou seja, elas passam a estar “garantidas” pelo mercado tradicional, na mesmo forma que qualquer outro ativo.

É claro que, para isso, é necessário a regulamentação da atividade. Nem todos os países estão no mesmo patamar de regulação, pois essa discussão é relativamente nova. Mas, já existem bancos autorizadas. E não só isso, muitas plataformas digitais também estão tirando sua licença para poder operar nesse novo mercado.

Porém, assim como no mercado tradicional, são necessários 3 agentes, lembram? Falamos disso a pouco…nesse mercado da custódia de criptos, o agente custodiante é ainda muito escasso. Existem muito, mas muito poucas plataformas que atuam nessa área. Na absoluta maioria dos casos, hoje em dia, a relação se dá apenas entre o operador (que é investidor) e a instituição depositária.

Nós, da We, saímos à frente…e criamos o primeiro agente custodiante, que, além de fazer o link entre você e a instituição depositária, distribuímos pontos de fidelidade enquanto mantiver suas moedas sob custódia.

É isso meus amigos, espero que tenha ajudado vocês a entenderem um pouco mais desse novo mercado e.…bem-vindos à WE!

DISCLAIMER: Only refer people to the program if you want to create a customer base that buys and stores their digital currencies offline on our platform. Examples of earnings presented on the site, presentations or videos, are unusual. These gains cannot be seen as proof that you will make money in fiat currency. The goal is to give you examples of what is possible, but just as in any business and life, any positive outcome will require effort, dedication and market reaction.


WeHPM is the trademark of Tecnoceleste Digital GMBH, headquartered in Berlin, Germany: Tauentzienstrasse 16, 10789 – District court Berlin (Charlottenburg) HRB 205261 – Steuernummer 27/555/00025 +49 30 7889 1931 – It is a duly qualified institution and authorized for the exercise of management, administration and distribution of cryptocurrencies. The information contained on this website is for informational purposes only. Read the prospectus and the regulations before using the platform. Email: Oi@wehpm.com